Ele apoiou sua esposa no voto que fez ao Senhor
Porém Ana, depois de muito sofrer com
as provocações de Penina, estava muito triste e fez um voto com Deus: se Ele
desse um filho a ela, esse seria entregue para servi-Lo em Sua casa (1 Samuel
1:9-11). E assim ela foi mãe de Samuel (1 Samuel 1:20).
Todos os anos, Elcana oferecia a Deus
um sacrifício, e depois que Samuel nasceu, Ana não o acompanhou, como fez toda
a família, pois somente faria isso após seu filho desmamar, para cumprir sua
palavra perante o Senhor. O detalhe é que Elcana concordou (1 Samuel 1:21-22).
Estar em união no
voto
Elcana teria todo o direito de
interferir na decisão de Ana, já que ele era seu marido e pai de Samuel. Mas
não o fez.
O interessante é que em nenhum momento
Elcana questionou Ana sobre os motivos que a levaram a oferecer ao Senhor algo
que ela tanto desejava e que tanto custou. Ele somente entendeu e apoiou.
Para uma mulher, não ter a
possibilidade de engravidar é algo que traz tristeza e, muitas vezes, trauma. A
posição de Elcana de não se opor à decisão de Ana mostra justamente que ele
entendia o sofrimento de sua esposa.
E quantos são os maridos que não
entendem o sofrimento de suas mulheres? Antes mesmo de tentar entendê-las,
criticam, julgam e inteferem naquilo que a fará felizes e realizadas.
Para Ana, entregar seu filho a Deus era
um prazer e uma realização pessoal imensurável. Ela já havia vivido a
maternidade e o gozo maior dela era vê-lo crescendo na presença do Senhor.
É importante que o marido entenda a
relação de sua esposa com Deus, não causando interferência em seu ministério,
atitudes de fé, momento de oração e de jejum.
Que os maridos saibam ser um “Elcana”
na vida de suas esposas, respeitando, mesmo com dificuldade, a entrega delas
para agradar a Deus. Quem sabe Elcana não O agradou ainda mais tendo esse
posicionamento de respeito e amor em relação à sua mulher?
Nenhum comentário:
Postar um comentário