Um dia uma pequena abertura apareceu em um casulo.
Um homem sentou e observou a borboleta por várias horas enquanto ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco. Em certo momento, o homem teve a impressão de que a borboleta havia parado de fazer qualquer progresso.
Parecia que ela já tinha ido o mais longe que podia e não conseguia ir mais além. Então, o homem decidiu ajudar a borboleta. Ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. Assim, a borboleta saiu facilmente, mas seu corpo estava murcho, era pequeno, e suas asas estavam amassadas.
O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, suas asas se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se firmar com o tempo.
Nada aconteceu! Na verdade, a borboleta passou o resto de sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar.
O que o homem não compreendia, em sua gentileza e vontade de ajudar, é que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura, era o modo utilizado pela natureza para fazer com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas, e ela estaria pronta para voar, assim que conseguisse se livrar do casulo.
Há momentos, que o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida. Se passássemos os anos em que vivemos sem ultrapassar algum obstáculo, não seríamos tão fortes quanto poderíamos ter sido, se não o enfrentasse.
Por isto, pense:
Eu quis força… e recebi dificuldades para me fazer forte;
Eu quis sabedoria… e recebi problemas para resolver;
Eu quis prosperidade… e recebi cérebro e músculos para trabalhar;
Eu quis coragem… e recebi perigo para superar;
Eu quis amor… e recebi pessoas com problemas para ajudar;
Eu quis favores… e recebi oportunidades;
Eu não tive nada do que quis… mas recebi tudo de que precisava!
“As formigas, povo sem força; todavia, no verão preparam a sua comida”
(Provérbios 30:25)
fonte evangelizacaorj.com.br/

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