
“...Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça água da vida” (Apocalipse 22.17). Eu peço que você medite comigo nesta Palavra. A água representa a vida; por isso, onde há água, também há vida. Quando o Senhor Jesus se refere á água, neste versículo, está falando sobre os mananciais que jorram do Trono do altíssimo e que transformam em fonte tudo o tocam.
O Espírito Santo não é uma fontezinha qualquer de onde
pingam gotas d´água. Ele é a fonte que sai do trono do altíssimo, como diz o
texto sagrado: “ Então, me mostrou o rio as água da vida, brilhante como
cristal, que sai do trono de Deus e do Cordeiro”(Apocalipse 22.1). A proposta
da campanha do Jejum de Daniel é para que este Rio jorre também em sua vida,
porque estamos determinando isto diante de Deus e cobrando dEle a resposta.
Porém, para que o Rio jorre em sua vida, como temos
determinado você tem de querer, você tem de ter sede, você tem de estar sedento
por essas águas. E todos nós sabemos que o ser humano quer, se ele determina
alguma coisa, nem o diabo ou mesmo Deus
podem impedi-lo de ir em busca da realização deste querer.
O direito de escolher, de querer e de determinar é uma das
dádivas que Deus deu para cada um de nós. Ele nos fez com o direito de escolha,
com o livre-arbítrio. Sim, o ser humano tem o direito de escolher se servirá a
Deus ou ao diabo.
O apóstolo João diz que o Senhor mostrou a ele o Rio da água
da vida. Nós não tivemos o privilégio de ver tal Rio, mas cremos assim
mesmo, e somos bem-aventurados por isto, pois o Senhor Jesus nos diz que:
“...Bem-aventurados os que não viram e creram” (João 20.29)
O que foi revelado ao apóstolo: “...Aquele que tem sede
venha, e quem quiser receba de graça a água da vida” é o que deve acontecer com
cada um de nós. Então, quando o Espírito Santo vem sobre alguém, os medos, os
pensamentos maus, as palavras nocivas dos inimigos, até dos amigos, são
desprezados. A partir da descida do Espírito Santo, águas límpidas, brilhantes
como diz o texto sagrado, e que dão vida, fluem da pessoa a ponto de contagiar
os que a tocam.
Fonte: livro Jejum de Daniel
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